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Custa, dói, dá vontade de chorar, mas se conseguir levar uma dieta até ao fim perceberá, pelos resultados, que tudo valeu a pena. A nutricionista Daniela Duarte dá umas dicas para chegar lá. O objecto mais assustador que existe em qualquer casa é a balança. Para recuperar a forma, o primeiro passo é consultar um especialista que lhe trace um plano alimentar. O segundo é começar a cumpri-lo. O mais difícil e importante é o terceiro: conseguir levá-lo até ao fim. Dói. Há dias em que custa muito, mas a felicidade dos resultados, no final, compensa. A nutricionista Daniela Duarte, indica 12 dicas para conseguir levar uma dieta até ao fim. O principal resume-se a isto: organização e motivação.

images (1)Tire fotografias do antes e do depois, planeie tudo aquilo que vai comer e não seja demasiado severo consigo mesmo: se num dia fez uma asneira, não pense que a dieta está completamente arruinada e que mais vale atacar um pacote gigante de batatas fritas.

 

 

Planear as refeições  – A organização é um dos aspectos mais importantes de uma dieta. Tire um dia da semana — o domingo, por exemplo — para ir ao supermercado comprar todos os ingredientes e preparar alguns dos snacks ou pratos que vai comer no decorrer dos próximos dias. Assim, a hipótese de falhar é muito menor: primeiro, porque não vai querer desperdiçar comida e dinheiro. Segundo, porque sente a pressão para se manter firme, tendo aquela escolhas saudáveis perto de si.  Se tiver tudo planeado e organizado, não terá desculpas para aquela merenda ou para aquele bitoque que teve de comer porque não teve tempo de preparar a marmita do almoço, ou para a pizza de supermercado que era a única alternativa de jantar, porque saiu tarde do escritório e já era tarde para cozinhar.

Manter o plano alimentar sempre por perto – Quer seja no telemóvel, colado ao frigorífico, ou na capa da agenda. Se tiver o plano por perto, vai sentir-se mais obrigado a cumprir com a promessa: “Assim será mais difícil fugir ao plano que foi traçado”, explica Daniela Duarte.

 

Manter as refeições regulares – Esta regra é daquelas que se têm mesmo de seguir, porque um dos truques de uma dieta é nunca ter fome, para não se cometerem erros. Por isso, horas marcadas, ou intervalos de tempo certos prescritos pela nutricionista, devem mesmo ser levados a sério: “Mesmo que não se tenha fome à hora combinada, é importante comer-se o snack”, diz Daniel Duarte. “Caso contrário, mais tarde, fica-se com mais fome e não é mais difícil controlar a porção que se come.”

 

Registe as pequenas asneiras – Comer uma fatia do bolo que o colega levou para o escritório não significa que a dieta está acabada e destruída. Foi só um erro, que da próxima deve tentar evitar. Para ter noção da quantidade de deslizes aponte num papel todas as vezes que desobedece ao plano: “Assim terá mais noção dos erros que comete ao longo do tempo”, explica Daniela. Esta é uma forma eficaz para se conseguir controlar, saber quando é que pode e não pode, e, sobretudo, de não desistir.

 

Mas mantenha o equilíbrio –  Se se privar demasiado, há uma grande probabilidade de um dia esquecer a dieta para sempre. Portanto, se está há dias com vontade de uma coisa doce depois do almoço, por exemplo, coma aquele pedacinho de chocolate. “É importante não se ser demasiado drástico”, diz Daniela Duarte. “Se nos apetece comer algo que não está no plano, mais vale comer, mas com contenção. No momento seguinte voltamos à regularidade.”

 

Tire fotos e trace objectivos – É importante arranjar técnicas que nos mantenham incentivados: “Se registar, em fotografia, o antes e o depois, terá mais motivação nos dias em que é mais difícil e não apetece”, explica Daniela Duarte. Outra forma de se motivar e comprometer é ir escrevendo os objectivos e as metas: “É sempre diferente quando exteriorizamos até onde queremos chegar. Está escrito. O compromisso parece maior”, explica a nutricionista.

 

Fuja das tentações – Obviamente que a dieta não pode ditar a sua vida, mas se está num dia em que lhe está a custar mais, então evite estar perto das suas maiores tentações: se é maluco por hambúrgueres, pastéis de nata, ou batatas fritas, então, o melhor será evitar sítios onde eles são vendidos ou cozinhados.

 

 

Aposte na fibra  – A fibra é um micronutriente que é um grande aliado numa dieta, porque ajuda a manter a saciedade, ou seja, a reduzir o apetite e a ficar sem fome durante mais tempo, equilibrando os níveis de açúcar no sangue. “Vamos supor que vamos jantar com os amigos: se antes de sairmos de casa lancharmos correctamente, ou comermos um prato de sopa, mais facilmente controlaremos a porção ao jantar e será mais fácil manter o foco.

 

Não seja anti-social  – A ideia de que não se pode ir jantar fora, quando se está de dieta, é errada. Ninguém nos impõe nada e as escolhas partem de nós: basta não tocar nas entradas, começar a refeição com salada, evitar a sobremesa e saber escolher o prato. Sim, é difícil, mas esta também é uma forma de se reeducar em termos alimentares e aprender a não ceder à pressão daquilo que está à volta.

 

Faça da cozinha o seu maior aliado – Se começar a procurar receitas e maneiras diferentes de cozinhar os alimentos saudáveis e descobrir que pode fazer coisas saborosas e criativas com eles, vai sentir-se muito mais motivado. A nutricionista aconselha a “reduzir a metade a quantidade de gordura, ou cozinhar em cru”, porque  “são truques importantes para se que consiga manter o seu plano de forma saudável”.

 

Partilhe tudo com o nutricionista – “Partilhar as dificuldades, conquistas e metas” com o especialista que o está a acompanhar é muito importante, porque ele pode ajudá-lo e aconselhá-lo naquilo que for mais difícil: “Se ambos forem criativos conseguem facilmente ajustar um plano alimentar e as refeições saudáveis ao gosto do paciente.”

 

Não abuse no dia da asneira – Sim, é importante ter um dia da asneira, porque é uma forma de se manter motivado. Mas não pense que pode comer este mundo e o outro, porque isso pode estragar todo o trabalho — que lhe custou tanto — do resto da semana. Escolha um prato que lhe dê verdadeiramente prazer — aquele que quiser — e opte por fazer uma refeição da asneira, como aconselha Daniela Duarte.

 

a alimentacao como recompensa

Será que a alimentação deve servir como castigo ou recompensa? “Se te portares bem hoje comes um chocolate”, ou, “a agir assim hoje comes sopa comes!” A convite da revista Zen o pedagogo Renato Paiva e a Nutricionista Daniela Duarte escreveram sobre os impactos pedagógicos e nutricionais de quando se usa a alimentação como recompensa ou castigo.

Veja o artigo completo aqui

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No passado dia 22 tivemos o privilégio de assistir à formação da Dr.ª Bárbara Ferrão sobre “Como ajudar a criança obesa”.

 

Num regime intimista foi possível dissecar as dúvidas dos participantes e poder perceber de forma mais eficiente os porque fica a criança obesa e quando é assim considerada.

 

Noções do Índice de Massa Corporal, a percepção da imagem corporal, quais as causas e consequências da obesidade, ler e interpretar os rótulos dos alimentos, “portion size” ou como conseguir que a criança goste de legumes foram os tópicos abordados numa sessão descontraída, com vídeos exemplificativos e análises de situações reais do nosso quotidiano.

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A obesidade é uma doença crónica, representando actualmente um dos grandes problemas de saúde pública nos países industrializados.  Tem-se assistido a um crescente aumento da prevalência da obesidade  infantil em Portugal nos últimos anos tratando-se já de um problema com expressão social significativo, sendo já denominada a epidemia do séc XXI.

A maioria das crianças come muito e mal! Fazem uma alimentação com baixo consumo de fibras (poucos vegetais e fruta) e com excesso de açúcar (refrigerantes, bolos, doces…), gorduras saturadas (batas fritas de pacote) e sal. A esta alimentação desequilibrada associa-se o sedentarismo e a reduzida prática de exercício físico, a qual pode ser atribuída:  diminuição de espaços livres apropriados para actividades  ao ar livre, associado a um aumento da insegurança, que favorecem a permanência em casa e ao aparecimento de actividades lúdicas mais sedentárias e acessíveis a uma grande parte da população, entre os quais a Televisão e os jogos electrónicos, os jogos de computador.

É imprescindível o envolvimento da família e de todos os prestadores de cuidados às crianças e adolescentes na mudança de hábitos e comportamentos. É adopção de hábitos saudáveis a melhor medida de prevenir e tratar a obesidade. Durante a infância e adolescência não se recomendam dietas restritivas, porque as crianças estão em desenvolvimento e não podem privar-se dos principais nutrientes. É preciso é que as crianças aprendam e tenham uma alimentação saudável.

Esta formação foi programada para pais e profissionais tendo em vista o conhecimento de modos de actuação e prevenção familiar e profissional

 

Tem como objectivos:

*Aprender a praticar uma alimentação saudável

* Perceber quais os impactos de uma alimentação de fraca qualidade

* identificar os principais erros alimentares
Esta acção ocorrerá no dia 22 de Novembro entre as18h e as 20h,  num momento informal e descontraído de partilha mútua entre com a Dr.ª Bárbara Ferrão  e todos os que quiserem juntar-se a nós neste momentono auditório do Metropolitano de Lisboa (dentro da estação do metro do alto dos moinhos).

A formadora é a Drª Bárbara Ferrão, faz parte do corpo clínico da Clínica da Educação exercendo consultas de Nutrição e Educação Alimentar.

 

Convidamo-lo(a) a estar também connosco. a participação nesta acção tem um custo de 20€ (valor sem iva).

Inscrições aqui

 

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Alergias Alimentares

As alergias alimentares podem limitar e condicionar as escolhas alimentares dos doentes, e são muitas vezes desvalorizadas por amigos, familiares, nas escolas e nos restaurantes. Assim, é importante que os doentes, e os pais estejam informados sobre o que podem ou não comer, quais as alternativas alimentares, e que cuidados devem ter durante a compra e consumo dos alimentos.

“Alergia Alimentar” vs “Intolerância Alimentar”

As alergias alimentares são um tipo específico de reacção adversa a alimentos, envolvendo o sistema imunitário. O organismo produz anticorpos contra componentes do alimento (alergénio) que considera prejudicial, desencadeando a reacção alérgica, traduzida por diversos sintomas.

Este tipo de reacção não deve ser confundida com intolerâncias alimentares ou reacções não-alérgicas a alimentos. As intolerâncias alimentares são reacções adversas a determinados componentes dos alimentos, e não envolvem o sistema imunitário. Por exemplo, quem sente desconforto abdominal após a ingestão de leite, geralmente diz-se alérgico ao leite. Na realidade, não se trata de uma alergia, mas a uma possível intolerância à lactose. A reacção provocada por uma intolerância alimentar depende muitas vezes da dose em que o alimento é consumido, podendo não apresentar sintomas, se consumido em pequenas quantidades.

Comparando os dois tipos de reacções, as alergias envolvem um risco de saúde superior às intolerâncias alimentares.

Os sintomas de uma reacção alérgica são.

– Hipotensão arterial, tonturas ou desmaio;

– Inchaço dos lábios e garganta, náuseas, diarreia e vómito;

– Comichão na garganta e língua, tosse, pieira, falta de ar, corrimento ou entupimento nasal;

– Comichão ou erupção cutânea, urticária, e olhos vermelhos.

No caso de ser uma reacção alérgica severa, pode despoletar o chamado choque anafiláctico, afectando todo o corpo, minutos após o consumo do alimento, muitas vezes de forma acidental. Esta reacção manifesta-se através de hipotensão arterial, taquicardia, desmaio, e inchaço da garganta com risco de asfixia. É uma situação que requer intervenção rápida, pois pode ser fatal.

 

Alergénios alimentares mais comuns:

– Leite de vaca

– Ovos

– Trigo

– Frutos Secos

– Amendoins

– Marisco

 

Como prevenir as alergias alimentares na infância?

Aleitamento materno: o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida reduz significativamente o risco de desenvolvimento de alergias alimentares em famílias com historial das mesmas. A American Academy of Pediatrics recomenda a restrição do consumo de leite de vaca ou derivados, ovos, amendoins e frutos secos durante a gravidez e lactação, no caso de ter alergias alimentares na família.

Introduza gradualmente os alimentos sólidos: os alimentos sólidos devem ser introduzidos idealmente após os 6 meses, e um de cada vez, com intervalos de 2 a 3 dias, para perceber eventuais reacções alérgicas e intolerâncias alimentares.

Evite o consumo de frutos secos, amendoins e marisco: sendo estes os alimentos mais alergénicos e os responsáveis por alergias persistentes mesmo com o avançar da idade, devem ser evitados durante a gravidez e lactação e até aos 3 anos de idade.

Evite a contaminação-cruzada: enquanto cozinha em casa deve evitar a contaminação cruzada de um alimento com um alergénio. Por exemplo, utilizar uma taça para colocar amendoins e de seguida utilizá-la para colocar gelatina, sem a lavar, pode contaminar a gelatina com resíduos de amendoins, e desencadear uma reacção alérgica. Deve ter em atenção, e lavar cuidadosamente, as superfícies onde corta os alimentos e os utensílios utilizados na confecção dos mesmos.

Evite as refeições no bar da escola e cantinas: prepare refeições seguras em casa garantindo que os alimentos que o seu filho come não contêm nenhum alergénio. Evite os alimentos do bar e ensine o seu filho a procurar os alergénios em questão nos rótulos dos alimentos.

Alerte amigos e familiares: o seu filho deve estar informado sobre o que pode ou não pode comer, mas os amigos e familiares devem entender o problema e perceber quão importante é evitar o alergénio. As crianças não devem partilhar nem dar a provar os lanches na escola.

Leia os rótulos: quando comprar alimentos verifique cuidadosamente os rótulos dos alimentos pré-embalados, procurando alergénios alimentares. A Comissão Europeia obriga a que sejam mencionados na lista de ingredientes os seguintes alergénios alimentares (mesmo que presentes em pequenas quantidades): aipo, cereais que contêm glúten (trigo, centeio, cevada, aveia), ovos, peixe, Lupin (uma espécie de legume da família Fabaceae), leite, moluscos e marisco, mostarda, amendoim, sementes de sésamo, soja, dióxido de enxofre (utilizado como conservante e antioxidante), nozes e sulfitos (E-220 a E-228).

Esteja atento quando comer fora de casa: comer num restaurante ou café pode ser uma experiência stressante para quem tiver uma alergia alimentar. Alerte os funcionários do restaurante, incluindo o chef de cozinha, para os alimentos que não pode comer, e peça sugestões para escolher uma refeição segura. Evite comer fora nas horas de maior afluência, para que possam da mais atenção ao seu prato. Para facilitar o trabalho do chef entregue um cartão personalizado, alertando para a sua alergia.

Por exemplo:

 

Para crianças com alergias alimentares, principalmente, múltiplas alergias alimentares, é difícil planear refeições, já que determinadas constituintes dos alimentos alergénicos são essenciais a uma alimentação saudável. Felizmente, há substitutos alimentares que podem ser incorporados na alimentação das crianças, dependendo do alergénio que tem de ser evitado. Aqui estão alguns exemplos de fontes alternativas de nutrientes para algumas das alergias alimentares mais comuns:

 

  Nutrientes Fontes alternativas de nutrientes

Leite

Cálcio Hortícolas de folhas verdes, salmão, sardinhas, bebidas fortificadas com cálcio
Vitamina A Óleos de peixe, fígado, ovos, cenoura, abóbora, hortícolas de folhas verdes
Vitamina B12 Carnes vermelhas, aves, peixe, ovos, levedura de cerveja
Vitamina D Exposição solar, bebidas fortificadas com vitamina D

Ovos

Biotina Cereais integrais, fígado
Ácido Fólico Fígado, legumes, frutas, hortícolas de folhas verdes
Riboflavina Carnes vermelhas, aves, peixe, hortícolas de folhas verdes, levedura de cerveja
Vitamina B12 Carnes vermelhas, aves, peixe, ovos, levedura de cerveja

Trigo

Magnésio Hortícolas de folhas verdes, banana, maçã, pêssego e marisco
Ácido Fólico Fígado, legumes, frutas, hortícolas de folhas verdes
Ferro Carnes vermelhas, aves, peixe, ovos, legumes e hortícolas de folhas verdes

 

Estima-se que cerca de 80 a 90% das alergias alimentares na infância causadas por ovos, leite de vaca, trigo e soja, desapareçam até aos 5 anos de idade. No entanto, há alergias mais persistentes como as alergias ao amendoim e marisco. Desta forma, as alergias alimentares devem ser testadas de forma a perceber se a criança desenvolveu tolerância ao alimento. O tratamento das alergias alimentares passa pela restrição completa dos alimentos em questão. Se suspeita que o seu filho tenha uma alergia ou intolerância alimentar, é importante que consulte o pediatra para fazer o diagnóstico. Não restrinja grupos alimentares da alimentação sem o conselho médico. Pode estar a dispensar nutrientes indispensáveis ao crescimento e desenvolvimento das crianças.

 

Psicologia Clinica – Aconselhamento e apoio psicológico face a situações pessoais e familiares que afectam o quotidiano.

Avaliação Psicológica – Avaliação e diagnóstico de personalidade, inteligência, aptidões,…

Terapia da Fala – Prevenção, avaliação e tratamento das perturbações da comunicação humana.

Gabinete de Apoio à Família – Um espaço de reflexão e de estratégias sobre problemas causadores de desconforto escolar.

Pedopsiquiatria – Avalia e intervem nas perturbações emocionais e do comportamento na infância e na adolescência

Nutrição –  Avaliação, aconselhamento e acompanhamento nutricional

Psicologia Educacional – ramo da psicologia dedicado às problemáticas da educação e do processo ensino-aprendizagem de crianças e adultos.

Orientação Escolar e Vocacional – Avaliação de aptidões e interesses com vista à orientação escolar socioprofissional.

Educação Especial – Elaborar formas de trabalho para compreender e encontrar soluções nas dificuldades escolares.

Psicomotricidade – Intervenção para transtornos psicomotores que objetivam desbloquear a livre expressão dos movimentos infantis.

Terapia Familiar – Compreender  e intervir nos problemas  entre os membros de uma família

Neuropsicologia – Perturbações de escrita e leitura, percepção, atenção e memória. Dislexias, Disgrafias, hiperactividade, Discalculias, Afasias,…

Estimulação Cognitiva – Estimulação de áreas intelectuais com vista à recuperação de áreas lesadas ou situações deficitárias.

Psicoterapia & Ludoterapia – Acompanhamento e apoio psicológico de diversas situações de problemas de comportamento, hiperactividade, dificuldades de aprendizagem, enurese, fobias (medos), stress, problemas familiares…

Intervenção Precoce – Intervenção em Necessidades Educativas Especiais com crianças até aos 7 anos .

Mediação Familiar – Indicada para resolução amigável em situações de divórcio. A presença de uma terceira pessoa que possa mediar o diálogo pode ser um facilitador e ajudar a encontrar soluções que sejam aceitáveis para ambos e que, acima de tudo, possam trazer alguma serenidade aos pais e logo um aumento para o bem estar da vossa filho, com aconselhamento profissional.