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A atenção às diferenças nas crianças e às crianças diferentes representa, uma preocupação acrescida por parte de pais e professores.
A maturação correcta das funções cognitivas na criança é fundamental para um desenvolvimento completo e potenciador das suas capacidades como
indivíduo.
Funções tais como Atenção, Memória, Raciocínio e Linguagem são aspectos cruciais para uma aprendizagem e crescimento adequados e integrados na
sociedade.
A estimulação cognitiva tem por objectivo desencadear processos geradores de reflexão, de autonomia e de sentimento de competência, assentes no treino das capacidades de processamento de informação e de resolução de problemas, abordando tanto os aspectos cognitivos como os relacionais e emocionais.

A abordagem da estimulação cognitiva pode ser especializada em casos específicos das dificuldades de aprendizagem mas também pode ser

generalista em benefício de um filho, um aluno ou uma turma em que as actividades desenvolvidas em muito beneficiam os participantes.

O encontro “Melhorar desempenho infantil – estratégias de estimulação” organizado pela Clínica da Educação,  procura ser assim um espaço de
reflexão e debate em torno das intenções da acção e das próprias práticas dos profissionais  e parentais enquanto condição essencial para o desenvolvimento da criança.

Nesse sentido convidamos o Neuropsicólogo Dr. Sandro Sousa para connosco partilhar o seu conhecimento e experiência numa formação com
os seguintes objectivos:
* Identificar  quais as funções cerebrais inerentes ao processo de aprendizagem;
* Conhecer estratégias cognitivas para  melhorar Atenção, Memória, Raciocínios e Linguagem;
* Partilhar exercícios para potenciar as diversas funções cognitivas superiores.
Esta Formação destina-se a todos os interessados na temática: Pais,
Professores, Educadores, Psicólogos, Téc. Educação Especial,…
Esta acção ocorrerá no dia 30 de Outubro pelas 18h30 na Pousada da
Juventude do Porto.

 

O formador Sandro Sousa é Licenciado em Psicologia pelo Instituto Superior da Maia e Mestre em Avaliação e Intervenção Neuropsicológica. É especialista na área da reabilitação e estimulação cognitiva.
Psicólogo/Neuropsicólogo proponente do Projecto Unidade de Neuropsicologia Clínica intervindo em diversos projectos e centros de apoio psicopedagógico no Norte e Centro do País. Tem vasta experiência na área da formação em Neuropsicologia Clínica.

 

 

INSCRIÇÕES até dia 29 Outubro 2013 : 20.00€ +4.60€ iva = Total: 24.60€ | Inscrições no dia 30 de Outubro 2013: 30.00€ + 6.90€ iva = Total: 36.90€ | Inclui: Material de apoio à sessão, Diploma de Participação

 

jogos

O crescer de uma criança no seio familiar equilibrado, estimulante e afectuoso é fundamental para o seu desenvolvimento saudável. Cabe aos pais, na interacção com os filhos, permitir à criança uma descoberta de si e do seu meio envolvente de uma forma diversificada e securizante.

Enquanto bebés, até ao 1º ano de vida, as interacções pais-filhos focam-se muito no contacto físico, no olhar, nos sons, no experienciar as diferentes texturas, no tomar contacto com o mundo pela primeira vez. Por esta altura é importante os pais falarem muito com as crianças, interagirem de modo a que a criança se vá habituando a diferentes contextos, diferentes tons de voz, e principalmente vá conhecendo as pessoas que cuidam dela.

É durante a primeira infância que se adquirem as bases para todas as aprendizagens na medida em que, é até aos 6 anos que, se estimula e inicia o crescimento cognitivo, o desenvolvimento da linguagem, das capacidades motoras, das competências sociais e emocionais. É o modo como estas se vão desenvolver que, muitas vezes, prevê o bom sucesso escolar e social futuro. Assim, nesta fase os jogos devem ser mais estimulantes e evoluídos de forma a que estes sejam o suficientemente desafiantes para aumentar a sua adesão. Jogos como o faz de conta, as construções e os encaixes das peças, o canto e a dança, a bola, as corridas, o jogo da apanhada e das escondidas, os jogos das cordas, o desenho, o brincar com as cores, o começar a andar de triciclo, o brincar aos pais e às mães, as plasticinas e o barro, etc., são tudo jogos que vão estimulando ao nível das competências cognitivas e motoras que vão permitir à criança aprender a relacionar-se com os seus pensamentos e com o seu corpo.

Quando estamos reunidos em família a peça fundamental é então a disponibilidade de estar com a criança, pois a partir daí as brincadeiras surgem. Podemos utilizar os brinquedos existentes como os puzzles, os legos, as bonecas, as ferramentas, os encaixes, os carrinhos, as histórias, a música, etc., ou pegar numa folha e criar uma história por desenhos, por palavras, ou fazer um concurso de mimica ou de canto. É possível ainda jogar com o alfabeto e ver quem sabe mais nomes próprios, frutas, países, marcas, ou pegar na plasticina e brincar aos cozinheiros.

Nos jogos do faz de conta toda a família pode tornar-se actor/ actriz e desempenhar um papel diferente, podemos ser médicos, pais, jardineiros, cozinheiros, professores, agricultores… com este jogo ensinamos às crianças novas realidades, novos pormenores de cada profissão, ensinamos que todas as pessoas são importantes e que todas as actividades são importantes.

Estimular a criança começa na relação e no afecto que é transmitido, passando pelos limites e regras que ensinam a criança a lutar pelas coisas, a tolerar a frustração, a dar valor a si e aos outros! Permite desenvolver o espírito crítico, o pensamento abstracto e as competências cognitivas.

Nos tempos que correm, muitos pais encontram grandes dificuldades em conseguir ter tempo disponível para estar com os filhos, pois com o excesso de trabalho e com a pressão da sociedade diária torna-se difícil fazer grandes planos. Contudo, é possível despender tempo de qualidade interagindo com os filhos, partilhando bons momentos, sem ser necessário muitos recursos ou um tempo muito prolongado.

Para o desenvolvimento abrangente das crianças, é fundamental que estas sejam estimuladas, não só ao nível cognitivo, mas também na relação com os outros, sejam eles os irmãos, pais, avós, ou mesmo os amigos, ao nível físico,…. É enquanto crianças que todos se deparam pela primeira vez com as dificuldades dos jogos, com a frustração de não saber, de não conseguir e com o perder. Estas experiências podem ser difíceis, e os pais podem, vivenciá-las com os filhos, de forma a serem modelos na gestão emocional destas dificuldades, transformando-as na alegria das conquistas e aprendizagens.

Ao falarmos com as crianças e lhes perguntamos o que gostam de fazer nos tempos livres, estes focam-se em jogos electrónicos como o computador, playstation, Wii, etc., acabando os pais por estarem mais ausentes de partilhar estes momentos com os filhos. No entanto, este tipo de jogos também pode ser uma boa forma de passar tempo com os seus filhos, até porque, muitas vezes, os papeis invertem-se e são os filhos a ensinar estratégias aos pais de como ganhar os jogos. Isto dá aos filhos um papel de destaque o que os faz sentir reconhecidos e confiantes.

As actividades são diversas e os jogos electrónicos não são de todo a única resposta, jogos como as cartas, jogos de tabuleiro (damas, xadrez, 4 em linha, pictionary, part&co, monopólio, etc), puzzles, legos, palavras cruzadas, sudokus, são tudo jogos didácticos que estimulam os seus filhos e permitem passar um tempo de lazer e de qualidade em família.

Também as brincadeiras típicas das bonecas, dos carrinhos, dos desenhos são também actividades que vão estimular a criança na forma como interagem com o jogo e com o adulto.

Existem ainda uma vasta gama de jogos que todos nós adultos jogámos na infância e que não necessitam propriamente de material, sejam eles os jogos dos países, dos nomes, da memória, etc., são tudo jogos que vão potencializar a capacidade da criança de elaborar informação, trabalhar a memória, a atenção e a criatividade.

As crianças adoram poder passar tempo com os seus pais sentindo-se desafiados e valorizados em cada conquista e aprendizagem nova que realizam. No fundo, o que importa é encontrar momentos onde pais e filhos consigam estar entregues uns aos outros de uma forma tranquila, afectuosa, aceitante e estimulante.

 

A atenção às diferenças nos alunos e aos alunos diferentes representa, uma preocupação acrescida por parte da escola.  A cognição refere-se essencialmente à capacidade de resolução de problemas, que corresponde à essência da adaptabilidade criativa da espécie humana. Tem, assim, um passado de cerca de quatro biliões de anos embora, apenas,  um século de história, em termos de tratamento científico. A estimulação cognitiva têm por objectivo desencadear processos geradores de reflexão, de autonomia e de sentimento de competência, assentes no treino das capacidades de processamento de informação e de resolução de problemas, abordando tanto os aspectos cognitivos como os relacionais e emocionais.

A abordagem da estimulação cognitiva pode ser especializada em casos específicos das dificuldades de aprendizagem mas também pode ser generalista em benefício de um filho, um aluno ou uma turma em que as actividades desenvolvidas em muito beneficiam os participantes.

 

Nesse sentido convidamos a Neuropsicóloga Dr.ª Carla Costa para connosco partilhar o seu conhecimento e experiência numa formação com os seguintes objectivos:
* Conhecer a finalidade da estimulação cognitiva

* Explorar o campo de trabalho da estimulação cognitiva

* Trabalhos complementares e estratégias de estimulação cognitiva

 

Esta Formação destina-se a todos os interessados na temática: Pais, Professores, Educadores, Psicólogos, Téc. Educação Especial,…

Esta acção ocorrerá no dia 24 de Abril entre as18h e as 20h,  num momento informal e descontraído de partilha mútua com  a Dr.ª Carla Costa e todos os que quiserem juntar-se a nós neste momento no auditório do Metropolitano de Lisboa (dentro da estação do metro do alto dos moinhos).

 

A Drª Carla Dias Costa é Neuropsicóloga exercendo a sua actividade na Clínica da Educação, no ESCA – Espaço para a Saúde da Criança e do Adolescente e também na Associação O Vigilante.

Possui uma licenciatura em Psicologia Clínica pela Faculdade Psicologia Lisboa, é especializada em Neuropsicologia e doutoranda na Universidade Coimbra.  Exerce funções ao nível do acolhimento terapêutico no Colégio de Ensino Especial, Eduardo Claparède, tendo também trabalhado nos Hospitais Egas Moniz e Júlio de Matos.

 

Convidamo-lo(a) a estar também connosco. a participação nesta acção tem um custo de 20€ (valor sem iva).

Formulário de inscrição aqui

 

Psicologia Clinica – Aconselhamento e apoio psicológico face a situações pessoais e familiares que afectam o quotidiano.

Avaliação Psicológica – Avaliação e diagnóstico de personalidade, inteligência, aptidões,…

Terapia da Fala – Prevenção, avaliação e tratamento das perturbações da comunicação humana.

Gabinete de Apoio à Família – Um espaço de reflexão e de estratégias sobre problemas causadores de desconforto escolar.

Pedopsiquiatria – Avalia e intervem nas perturbações emocionais e do comportamento na infância e na adolescência

Nutrição -  Avaliação, aconselhamento e acompanhamento nutricional

Psicologia Educacional – ramo da psicologia dedicado às problemáticas da educação e do processo ensino-aprendizagem de crianças e adultos.

Orientação Escolar e Vocacional – Avaliação de aptidões e interesses com vista à orientação escolar socioprofissional.

Educação Especial – Elaborar formas de trabalho para compreender e encontrar soluções nas dificuldades escolares.

Psicomotricidade – Intervenção para transtornos psicomotores que objetivam desbloquear a livre expressão dos movimentos infantis.

Terapia Familiar – Compreender  e intervir nos problemas  entre os membros de uma família

Neuropsicologia – Perturbações de escrita e leitura, percepção, atenção e memória. Dislexias, Disgrafias, hiperactividade, Discalculias, Afasias,…

Estimulação Cognitiva – Estimulação de áreas intelectuais com vista à recuperação de áreas lesadas ou situações deficitárias.

Psicoterapia & Ludoterapia – Acompanhamento e apoio psicológico de diversas situações de problemas de comportamento, hiperactividade, dificuldades de aprendizagem, enurese, fobias (medos), stress, problemas familiares…

Intervenção Precoce – Intervenção em Necessidades Educativas Especiais com crianças até aos 7 anos .

Mediação Familiar – Indicada para resolução amigável em situações de divórcio. A presença de uma terceira pessoa que possa mediar o diálogo pode ser um facilitador e ajudar a encontrar soluções que sejam aceitáveis para ambos e que, acima de tudo, possam trazer alguma serenidade aos pais e logo um aumento para o bem estar da vossa filho, com aconselhamento profissional.