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Preocupados com (in)disciplina, estivemos na passada 6ªf no Colégio Parque do Falcão no Seixal, numa formação para melhor entender os actos de “mau comportamento” mas sobretudo como reagir perante esses acontecimentos.

Pais, professores e direcção participaram activamente na análise de casos característicos de ocorrer no seio da família e escola para melhor compreender o comportamento para crianças dos 6 aos 12. Esta foi uma das questões que mais fez reflectir: São as crianças que têm problemas de comportamento ou os comportamentos da crianças criam muitos problemas aos adultos?
Dirigida por Renato Paiva, a sessão contou com a presença de uma sala cheia de interesses, dúvidas e situações em debate a análise.

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claudiamusica1O despertar para determinadas práticas pode ser, por vezes, uma tarefa delicada. Romper com tradições, mergulhar no desconhecido e ter a audácia de experimentar, recriar e inventar é um dos muitos desafios que pais e profissionais da educação defrontam-se constantemente. No entanto, quando abordamos a questão da música no desenvolvimento infantil dos 0 aos 6 anos o desafio parece ganhar proporções ainda maiores, ficando a sua questão e pertinência num patamar instável.

Quebrar com preconceitos que advêm da nossa formação pessoal e profissional foi, sem dúvida, um dos principais objetivos desta formação. Porque antes de nascermos o som e a música são partes integrantes e constantes no desenvolvimento do feto, após o seu nascimento adquire uma importância fulcral no processo de crescimento emocional, social e pessoal do bebe/ criança.

Mas que tipo de práticas e como tudo se operacionaliza, independentemente do grau de formação musical de cada um, foi outro dos objetivos da formação. Os sons ganharam um novo contexto através da exploração de instrumentos musicais pouco convencionais, numa (re)criação de ambientes sonoros. As palavras personificaram-se, ganharam vida e som, onde se misturaram canções, lengas-lengas, movimento corporal e composições musicais pelos nossos participantes.

Porque acreditamos que só fazendo é que vamos conseguindo aprender, no passado dia 26 muitas coisas se fizeram acontecer.
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fatimaEm Fátima, numa Sexta feira, de muito frio mas com muito calor humano em que o tema do sucesso académico moveu o interesse para um serão animado e bem passado. Com um público interessado e muito participativo, foi curioso como as dúvidas, incertezas e situações quotidianas de uns, são tão partilhadas por muitos dos presentes.

A convite do Colégio Sagrado Coração de Maria, Renato Paiva reflectiu com um repleto auditório como devem os pais ajudar os filhos nos estudos. Será que devem?

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atlanticoDesta vez rumamos ao Colégio Atlântico onde um grupo de alunos aceitou o desafio em querer aprender mais sobre como encarar o stress académico e saber como gerir a ansiedade, o nervosismo e o stress limitador.

Perceber o que é o stress, saber que o stress é bom e que nos ajuda, foi um primeiro passo para mudar a percepção sobre um tema que consideramos sempre de forma demasiado negativa e limitadora.

Saber como gerir, prevenir crises de stress e saber como actuar em situações criticas de stress (como testes ou exames por exemplo) foram o grande interesse para um grupo de alunos do 2º ciclo ao secundário.

Porque o stress é bom, e eu controlo-o, é importante que os alunos aprendam a controlar-se e não serem condicionados de forma negativa no seu quotidiano.

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10805014_10152802954709378_1174983650_nO mundo actual em que vivem as nossas crianças e jovens assemelha-se a uma corrida contra-relógio. Há cada vez mais crianças agitadas, stressadas e hiperestimuladas e somos cada vez mais adultos, pais, educadores e professores cansados e emocionalmente desorientados. É fundamental encontrar meios próprios para regular as nossas emoções, para encontrar força e confiança para enfrentar os desafios das nossas vidas com serenidade. É nossa responsabilidade proporcionar às nossas crianças e jovens espaços de educação emocionalmente inteligente.

Conhecendo a importância e o impacto das emoções na aprendizagem, convidamos a Drª Susana Cheis para connosco partilhar o seu conhecimento e experiência num encontro que ocorrerá no dia 6 de Dezembro 2014 entre as 9:30 e as 17h na Clínica da Educação em Lisboa.

Programa:

– Neurociência social: cérebros em movimento

– Inteligência Emocional na gestão das minhas emoções

– Compreender e lidar com as emoções das nossas crianças e jovens

– Comportamentos que permitem o desenvolvimento de relações empáticas

– Literacia Emocional: identificar e reconhecer as emoções

– Inteligência emocional em situações mais adversas: o conflito

– Competência chave: Felicidade

 

Objectivos:

– Compreender o conceito de Inteligência emocional;

– Reconhecer estratégias de autoconsciência e gestão emocional;

– Desenvolver competências comportamentais para a promoção do desenvolvimento emocional das crianças e jovens

– Conhecer estratégias parentais e profissionais de intervenção em situações adversas

– Desenvolver competências de promoção da felicidade

 

susanacheisA formadora é a Drª Susana Cheis, é mestre em Psicologia Educacional pelo ISPA e tem certificação internacional em Coaching.

Enquanto formadora na área de Desenvolvimento Pessoal facilita ações de formação, workshops e programas de intervenção. Exerce a atividade clínica privada com crianças, adolescentes e famílias.

Coordena o Centro de Desenvolvimento e Formação do Colégio Campo de Flores e é partner da Mindflow, Desenvolvimento Pessoal e Organizacional.

Foi Consultora Sénior da Forcerebrus e docente no ISAG, na Pós-Graduação em Gestão de Recursos Humanos.

 

 

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escolinhakellyNo passado dia 31 de Outubro, marcamos presença no Entroncamento na Escolinha da Kelly para uma formação parental sobre “A importância dos pais no sucesso dos filhos”.

Com cerca de meia centena de participantes activos, numa sessão próxima e orientada para a reflexão em detrimento de receitas, foi muito positivo todo o envolvimento dos participantes com questões, reflexões, diferentes pontos de vista e análise para que a percepção sobre esta situação é generalista.

Cada caso é um caso e a própria definição de sucesso traz essa ambiguidade. Afinal o que é o sucesso? Varia de pessoa para pessoa? Ter sucesso significa o que?